Em reunião realizada no dia 25 de Setembro de 2003, no Hotel Holliday Inn, em Lisboa, a ABRAJOF - Associação Brasileira de Jornalistas Filatélicos – representada por Geraldo de Andrade Ribeiro Júnior e a ANJEF - Associação Nacional de Jornalistas e Escritores Filatélicos - representada por Hernâni Matos, José Miranda da Mota e Eduardo Sousa, trocaram diversas informações sobre o estado actual da Imprensa e Literatura Filatélica no Brasil e em Portugal.
Considerando os objectivos comuns das duas associações, as cordiais relações entre as Filatelias Portuguesa e Brasileira e a facilidade da língua em comum, resolveram estabelecer um Protocolo de Intenções entre as duas entidades para, na medida das suas possibilidades, agirem no sentido de desenvolverem o jornalismo e a literatura filatélica em seus respectivos países. Em particular, propõem-se a:
- Incentivar o intercâmbio entre as duas associações e os seus filiados;
- Promover o intercâmbio de publicações;
- Efectuar o intercâmbio de notícias nos respectivos órgãos informativos;
- Concretizar o intercâmbio de links entre os seus sites;
- Efectuar a permuta de artigos para publicação nos seus órgãos informativos;
- Desenvolver outras acções de interesse comum, a serem definidas pelas respectivas Direcções.
Relativamente à participação em exposições específicas de Imprensa e Literatura Filatélica e tendo em conta a existência desse tipo de exposições, no momento, apenas no Brasil, a ABRAJOF convidou a ANJEF a participar na sua próxima exposição nacional a realizar-se em 2004.
No que diz respeito à validade das classificações atribuídas às participações portuguesas para efeito de registo no passaporte filatélico, o assunto ficou de ser submetido a apreciação à Federação Portuguesa de Filatelia.
Quanto às LUBRAPEX, ficou estabelecido que, no caso de vir a ser aprovado pela Comissão Organizadora da LUBRAPEX 2006, as duas associações realizarão um Salão de Literatura com publicações antigas e, se possível, um Seminário de Literatura Filatélica. Além disso, comprometem-se a propor, no próximo Congresso das LUBRAPEX, que este Salão passe a ser realizado em todas estas exposições.
Por fim, comprometem-se a encaminhar este Protocolo ao seu respectivo Congresso/Assembleia Geral para aprovação formal e, posteriormente, às respectivas Federações de Filatelia para a devida homologação
COORDENAÇÃO DE DELEGADOS F.I.P. E DE JURADOS
2006-10-19
No passado dia 13 de Setembro, teve lugar na sede da Federação Portuguesa de Filatelia, uma reunião de Delegados às Comissões F.I.P., previamente convocada pelo Coordenador, Hernâni Matos. Da ordem de trabalhos, constavam os seguintes pontos:
1. Regulamento de Delegados da F.P.F.-A.P.D. às Comissões F.I.P.;
2. O papel do Delegado F.I.P. enquanto dinamizador da respectiva Classe;
3. Regulamentos F.I.P.;
4. Organização interna do grupo de Jurados de cada Classe;
O Coordenador justificou a reunião, em virtude da Direcção da Federação ter aprovado um novo Regulamento de Delegados às Comissões F.I.P., face ao qual estava ali como Coordenador com o papel de exercer um elo de ligação entre eles e a Direcção da Federação. Justificou a modificação do Regulamento, através da necessidade sentida de fundir num só, o desempenho de Delegado F.I.P. e o de Delegado Nacional, na perspectiva de potenciar e rentabilizar esforços humanos para melhorar a eficácia. Na oportunidade foi feito o balanço dos contactos havidos entre os Delegados e as Comissões F.I.P..
Na reunião foi igualmente abordado o papel do Delegado F.I.P. enquanto dinamizador da respectiva Classe, sendo considerado que cada Delegado havia que saber dar resposta a questões como as seguintes: - Qual é o panorama de cada Classe? - Quantos expositores e participações há? - Em que tipo de exposições participam? - A situação é boa? - Que é possível fazer para melhorar a situação?
Falando sobre os Regulamentos F.I.P. das várias Classes, o Coordenador perguntou aos Delegados se sabiam se estavam ou não actualizados, para concluir que é fundamental que estejam, sendo determinante o papel de cada Delegado na actualização dos Regulamentos, confrontando a versão portuguesa em vigor, com a versão inglesa disponível no website da F.I.P.. Sublinhou ainda a necessidade de a tradução ser consensual entre os Jurados de cada Classe, devendo cada Delegado procurar consensos nas reuniões a efectuar com os Delegados da respectiva Classe. E o “timing” não deveria ser longo, a fim de haver uma resposta adequada em tempo útil e se poder com brevidade distribuir aos clubes um CD com a versão portuguesa actualizada dos Regulamentos F.I.P.. O Coordenador salientou que se houver propostas de alteração aos Regulamentos F.I.P., a reunião de Jurados de cada Classe, deverá decidir quais e aprová-las maioritariamente, dando conhecimento dessas propostas à Direcção da Federação, para homologação, só depois podendo ser enviadas para a respectiva Comissão F.I.P..
A finalizar, tratou-se da organização interna do grupo de Jurados de cada Classe, concluindo-se da necessidade de aferição de critérios relativamente à aplicação de Regulamentos F.I.P., o que exige debate e confronto de ideias dentro do grupo de Jurados, quando da próxima reunião. Conclui-se ainda ter a ver com a organização interna do grupo de Jurados, a actualização consensual da versão portuguesa dos Regulamentos F.I.P., bem como a eventual proposta de alteração ao Regulamentos, bem como quaisquer propostas de fichas de observação ou de avaliação. Foi ainda salientada a necessidade da construção de uma base de dados de participações que aparecem nas exposições bilaterais, uma vez que já existe a base de dados de participações portuguesas que aparecem nas exposições nacionais.
O Coordenador ficou ainda encarregado de convocar reuniões de cada Delegado F.I.P. com os respectivos Jurados de Classe, numa data adequada, a qual viria a recair no dia 24 de Janeiro de 2004. A ordem de trabalhos acordada para essas reuniões foi a seguinte:
1. Organização interna do grupo de Jurados da Classe;